A história é ótima, uma família que se nega a sair da casa de taipa que precisa ser desapropriada para obras de uma refinaria da Petrobrás.
Oferecem apenas R$ 23 mil.
A família quer mais.
A foto, com cachorro e tudo, é digna de Vidas Secas.
Faltou apostar mais nessa história, na boa foto.
Ela concorre com a foto de agência do descartável jogo do Brasil.
Já o jornal Correio do Povo (Porto Alegre, RS) preferiu abrir bem uma foto comum, montada, que bem caberia em um album de namorados, em vez de mostrar os alagamentos da região, que ficou como imagem secundária.
Se há investimento em fotos aéreas - e o efeito é chocante - é preciso saber usar a foto.


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