
A capa de um jornal é seu cartão de visitas, sua vitrine, seu apelo direto à venda.
A capa precisa chamar a atenção, conquistar o eventual leitor, aquele que passa pela banca para olhar os jornais do dia.
Há jornais que não dependem da capa. A falecida Gazeta Mercantil (SP) vendia mais de 99% de seus exemplares por assinatura. Mesmo O Globo (Rio de Janeiro, RJ) tem perto de 90% da circulação garantida por assinantes.
Parece que O Estado de S. Paulo (SP) está no mesmo caminho.
Ou como explicar a aposta editorial de manchete e foto principal ao não acordo de Obama, Sarkozy e cia sobre o aquecimento? Não havia nada mais emocionante na maior cidade do Brasil?
Se não for para disputar a atenção do leitor nas bancas, não é preciso pensar em uma boa capa. Qualquer chamada serve.
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