Isso aconteceu na noite de quarta-feira. Hoje é sexta-feira.
Bons jornais vão além. As 36 horas que separam o susto de Lula e a chegada do exemplar do jornal à casa do assinante são suficientes para que os jornais criativos, que pensam no leitor, dêem um passo a mais do que apenas noticiar o problema.
Para isso serve um jornal: a análise, a consequência, o algo a mais.
A notícia esteve em todos os canais de TV, em todas as estações de rádio e em todos os websites ontem, durante o dia inteiro.
Os três jornais abaixo, O Estado de S. Paulo (SP), Zero Hora (Porto Alegre, RS) e Pioneiro (Caxias do Sul, RS) são apenas exemplos do que um jornal NÃO deve fazer.
Mas eles fizeram.
E depois querem cobrar do potencial leitor para ler notícias velhas.



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