Entre os principais achados, a origem da receita dos veículos - em que o impresso ainda representa 43,6% do total, entre circulação e anúncios.
Verdade, era 57,7% há apenas dois anos. Mas segue relevante na cesta de produtos.
Entre os principais achados, a origem da receita dos veículos - em que o impresso ainda representa 43,6% do total, entre circulação e anúncios.
A Folha de S. Paulo (SP) está assumindo de vez a campanha para que o presidente Lula não seja reeleito.
A capa de hoje do impresso parece peça de campanha da oposição. A foto do abraço comovido do governador Tarcísio, a chamada para o déficit nas contas do governo e principalmente o gráfico sobre criação de novos empregos.
O que a Folha não disse, no gráfico, é que essa conta não deve ser isolada a cada ano, mas sempre uma soma. Se houve criação de 2,8 milhões em 2021, 2,0 em 2022, 1,5 em 2023 e 1,7 em 2024, o universo de 2025 começa com esses 8 milhões de empregos formais já criados nos quatro anos anteriores. Ou seja, o total de vagas possíveis é bem menor, bem como o número de desempregados. Mas a vontade de criticar o governo é maior.
As eleições prometem novas surpresas.
Você cativou os homens
E agora pede liberdade para os animais
Com a capa do La Dépêche (Tolouse, França) e a música de Péricles Cavalcanti, interpretada pela troupe Asdrubal Trouxe o Trombone, uma homenagem à imortal BB.
Hoje a Folha de S. Paulo (SP) usa esse método para pedir mais combate à corrupção - com menções aos ministros do STF.
Há um disfarce de "isenção" na mensagem do matutino paulistano, embora apareça com claridade o posicionamento político da tradicional empresa jornalística. Não há nenhum problema em um jornal defender A ou B, torcer para C vencer - em Opinião. Desde que isso não contamine o noticiário.
A Folha acaba de entrar com o pé direito no lamaçal da política. E pode ter enorme risco de afundar.
Na edição de domingo, O Povo brinca com a superposição de logotipos - remetendo à volta ao passado.
Anistia (para golpistas)? De novo?
Mais um acerto da equipe de O Povo. Parabéns, Gil Dicelli e time.
Absolutamente ridículo e ofensivo.
O governo chama as principais marcas de "mentirosos" e dá uma "nova versão" para algumas matérias publicadas. Mas não oferece réplica. Ou seja, para a bolha de Trump essa versão passa a ser verdade absoluta - e a imprensa como "mentirosa".
Trata-se de um desserviço, pago com dinheiro público. Uma maneira de intimidar quem tem por missão fiscalizar o bom funcionamento das instituições - principalmente a presidência da república.Um ato covarde e medíocre de Trump.
Todos os clichês sobre uma capa viram bobagem quando aparece algo brilhante como a primeira página de hoje do impresso O Povo (Fortaleza, CE).
Quem disse que precisa ter manchete? Quem falou em foto dominante? E as pequenas chamadas para outros temas?
Nada disso tem valor, quando há um assunto tão relevante que merece quebrar todas as regras - e por isso mesmo é o tema que primeiro determina a originalidade da capa (sim, não invente fazer o mesmo com assuntos de baixo interesse, por favor).
O Jornal do Brasil (Rio de Janeiro, RJ), em seus melhores tempos, fez uma edição sem manchete em 1973, para informar a morte de Salvador Allende, então presidente do Chile, e o golpe de estado dos militares. Mas naquele tempo era uma burla à censura, que determinou que o assunto não poderia ser manchete dos jornais. A saída foi fazer texto puro, sem manchete - e sem desobedecer a orientação.
Agora não. A capa de O Povo é talento puro. É mais um movimento para mostrar como o impresso é importante.
Parabéns Gil Dicelli e equipe.
Como dizem os franceses quando querem elogiar, "chapeau".
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